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UM BLOG GASTRONÔMICO RECHEADO DE INFORMAÇÕES, OPINIÕES E ESTÓRIAS SOBRE COMIDA
Quando assisti o musical Rent me apaixonei e decorei todas as letras. Em uma música cantavam "huevos rancherros and curry vindaloo". Huevos eu conhecia mas nunca tinha ouvido falar em vindaloo. Como acho que o importante não é saber tudo, mas saber que não sabe algo e querer aprender, fui alegremente fazer uma pesquisa sobre o assunto. Descobri que curry vindaloo é um prato indiano de Goa, que foi de domínio português por mais de 400 anos. Por isso foi para lá que os portugueses levaram o costume de marinar as carnes no que eles chamam de vinha d'alho (que tem como base vinho ou vinagre de vinho e alho), daí o nome! Soa parecido mesmo, não? Os indianos acrescentaram seus maravilhosos temperos e criaram o curry vindaloo. Além de ser popular em Goa hoje é também muito apreciado na Inglaterra, onde o chamam de “the king of curries”. A única vez que comi o prato foi no curso de comidas asiáticas no CIA e adorei. 

Como estou com mais tempo livre e passei uns bons 2 anos sem me cuidar, resolvi tirar o atraso e correr atrás do prejuízo, antes que seja tarde, afinal já passei dos 30! E dá-lhe exercícios, boa alimentação e claro consulta a dermatologista! Quando vi a alcachofra na fórmula da cápsula de vitaminas que deveria tomar fiquei com água na boca. Sabendo que o alto de sua safra é entre agosto e novembro, eu estava disposta a comprá-la mesmo congelada ou conservada no azeite, mas não é que ela já começou a aparecer fresca nos mercados!
O aniversário do ataque terrorista em Nova York é sempre um dia triste para mim, além da compaixão por seres humanos inocentes assassinados que todos deveriam sentir, há 8 anos eu estava lá e vi a tragédia de perto. Estávamos no módulo de patisserie e naquele dia aprendíamos tudo sobre custards. No exato momento do impacto estávamos nos fogões cozinhando um creme inglês e o creme brulée já estava no forno. Paramos tudo, tiramos as sobremesas do forno antes de prontas, jogamos tudo fora e fomos embora. Nunca mais olhei para um creme brulée da mesma maneira, na verdade acho que nunca mais pedi um em algum restaurante e muito menos preparei... é, há oito anos não como creme brulée. Antes de deixarmos o prédio olhamos pela janela, só conseguimos ver fumaça que achávamos estar encobrindo as torres. Nos organizamos para acolher os alunos que moravam fora de Manhattan e não poderiam ir para casa. Uma menina chorava muito porque seu marido tinha uma reunião no World Trade Center e não atendia o telefone. Nesse momento já sabíamos que se tratava de um ataque terrorista, que as torres estavam no chão, que o Pentágono tinha sido atingido e outro avião tinha caído. Eu e minha amiga japonesa, Masayo, que morava no Brooklyn, fomos para minha casa. As ruas já estavam fechadas para os carros e tomadas por uma multidão. Enquanto descíamos da rua 23 para a 17, a maioria das pessoas vinha no sentido oposto, andando rápido, apavoradas, algumas empoeiradas, tentando usar seus celulares que não funcionavam. Precisávamos almoçar, então fomos ao supermercado e vimos as pessoas enchendo os carrinhos com enlatados e muitos galões de água. Nos olhávamos mas mesmo sem falar nada não fizemos como os outros, só colocamos no carrinho os ingredientes para um penne a putanesca que faríamos para o almoço, sorvete e biscoitos de sobremesa, ah, e algumas latas de cerveja japonesa. Voltamos pra casa e vimos as imagens pela televisão, mas nos sentíamos anestesiadas e a ficha só foi caindo aos poucos. Minha amiga foi a pé pra casa no dia seguinte e eu, pelos próximos 5 ou 6 dias, vaguei pelas ruas sozinha, sentindo aquele cheiro estranho, vendo a cidade esvaziada, as pessoas tristes, os cartazes com os desaparecidos pregados em todos os lugares ou assisti televisão comendo sushi de supermercado e tomando cerveja japonesa. Queria ajudar doando sangue pelo menos, mas milhares fizeram o mesmo e não precisavam mais de sangue, mesmo porque não tinham vítmas com vida sendo resgatadas. Na outra semana as aulas foram retomadas e aprendemos a fazer tortas, era um alívio ter uma atividade, estava tão concentrada que fazia o dobro de tortas e saía da escola carregada de caixas. Antes de ir pra casa passava no Chelsea Pier e deixava as tortas para os bombeiros e voluntários que trabalhavam nos resgates, eles as recebiam com alegria, agredeciam bastante e eu voltava um pouco mais leve pra casa.

Enquanto a imprensa e nossos adoráveis políticos se preocupam com o tal de pré-sal, nós brasileiros apreciadores da boa gastronomia levamos um golpe duríssimo sobre o qual ninguém fala a respeito: foi proíbida a importação de nossa adorada flor de sal. Fiquei em choque quando fui ao Santa Luzia e me explicaram que os estoques já estavam acabando e o produto deixaria de ser vendido. Como assim? Por que não vou mais poder finalizar meus pratos com a crocância salgada e pura do meu Sal de Guerande? Só por que no Brasil é obrigatório acrescentar iodo ao sal vendido para consumo humano? Tudo bem que o iodo é importante para a saúde e sua falta pode causar uma doença chamada Bócio em adultos, cretinice em bebês e prejudicar o desenvolvimento físico mental em crianças. Mas a flor de sal é usada apenas para finalizar os pratos e até onde sei eu vivo num país democrático, sou livre e quero ter o direito de escolher ingerir iodo ou não. Para piorar minha decepção na prateleira do supermercado agora tem produto brasileiro que nada mais é do que sal mais grosso iodado se fazendo passar por flor de sal. Quer dizer que falar que é uma coisa que não é pode?
Sabemos que os cachorros têm um olfato 5 vezes melhor que o nosso e que ele tem um importante papel na distinção dos alimentos. Enquanto mastigamos, sentimos simultaneamente o paladar e o cheiro. Porem também é fato que o nosso paladar é melhor, enquanto nós possuímos cerca de 9.000 papilas gustativas, os cães possuem apenas cerca de 1.700, mas tanto quanto nós, eles são capazes de reconhecer os 5 sabores básicos (doce, salgado, amargo, ácido e o neutro como a água). Uma amiga foi para a Argentina e advinha o que ela trouxe de lá para dar de presente? Alfajores! Enquanto eu os devorava pensava... Quais são as características de um alfajor perfeito? Quais são considerados os melhores? Quem os inventou? E aí, meio que sem querer, comecei minha pesquisa, movida à gula e curiosidade gastronômica. Os nomes nos dizem muito, mas às vezes a gente esquece de prestar atenção neles. O que descobri agora parece óbvio, Alfajor é uma palavra árabe, tanto quanto alface! Esse doce simples e muito gostoso foi para a Espanha por volta do ano 711 quando o rei Rodrigo foi derrotado pelos árabes. A partir de então, a influência árabe passou a marcar a cultura espanhola, que entre outros costumes, adotou sua pastelaria típica. Da Espanha para a América Latina foi só um pulo, hoje nossos vizinhos preparam maravilhosos alfajores e são famosos por isso. O chato é que minha pesquisa ficou só na teoria... não temos diversas opções de alfajores para comprar por aqui. E não adianta me dizerem que tal marca é a melhor, porque só acredito comendo. Acho estranho o Brasil não consumir mais alfajores, será que é por causa da birra que temos com os argentinos? Bom, mas se você acha que a gastronomia é superior a essas picuinhas faça um alfajor caseiro e celebre as coisas boas que até os argentinos podem fazer!
Receita:
. 5 gemas
. 1 clara
. 10 g manteiga
. 150 g de farinha
. 1 colherzinha de pó Royal
Bater as gema e a clara juntas, acrescentar a manteiga, a farinha com o pó Royal. Misture tudo, abra a massa bem fininha, corte circulos, fure com palito e leve ao forno por 10 minutos. Recheie com doce de leite e cubra com chocolate derretido. Rende 18 alfajores.

Não tenho uma memória muito boa, mas com comida é diferente. Lembro que quando eu era criança a minha maior aliada gastronômica era a Dagmar, nossa beagle gulosa. Graças a ela eu podia reservar lugar no meu estômago para o que realmente interessava! Ela ficava debaixo da mesa e recebia, de muito bom grado, os bifes ultra bem passados que eu não suportava comer e os restos de bolachas "desreacheadas" por mim!
Ao criar o cardápio para o Santo Grão do shopping Cidade Jadim eu pensei em fazer pratos que pudessem ser comidos a qualquer hora já que o café ficaria aberto das 10 às 22 horas, teria uma cozinha pequena e pouco espaço para estoque. Uma das primeiras idéias foi colocar um prato com batata rosti. Essa preparação muito saborosa,crocante por fora e macia por dentro é típica da Suíça e pode ser servida de diversas maneiras. Para o cardápio do Santo Grão resolvi fazer a batata acompanhada de salmão defumado, ovos mexidos e creme azedo. O prato ficou ótimo e hoje é um campeão de vendas. Nessa semana minha batata rosti quase virou famosa, foi fotografada para uma matéria no Jornal da Tarde, que acabou não saindo... Mas tudo bem, agora meu blog ganha essa linda foto tirada pela minha amiga Carla! Para fazer a rosti basta cozinhar a batata por 15 minutos, ralar, formar uma panqueca e cozinhar numa frigideira com um pouco de mateiga clarificada até ficar dourada.
Estive ausente por um tempo... Mas foi por uma boa causa, afinal eu estava fazendo o que mais gosto! Assumi a cozinha do Santo Grão e nesses últimos 3 meses tenho me dedicado de corpo e alma. Um pouco desse trabalho começa a ser reconhecido por quem frequenta o café e eu até já saí na imprensa! Mas estou só começando... Vejo muito trabalho no meu futuro, porque quero ter a certeza, um dia, de que fui tudo o quiz ser! Não se preocupe, esse blog não vai virar um diário! Eu só fiquei com vontade de dar um pulo aqui para contar um pouco do que está acontecendo, logo retomarei minhas atividades escritas... Até mais!
Como podemos comemorar o dia das mães sem pensar em comida? São raras as pessoas que não comemoram a data com uma caprichada refeição, normalmente um almoço. E não são incomuns os que presenteiam suas mães com belíssimas cestas e deliciosas caixas de bombons. Claro, associamos amor e afeto à alimentação. Desde que nascemos nossa primeira necessidade é a alimentação, que recebemos de nossas mães junto com atenção e carinho. Graças a elas, nos desenvolvemos e estamos aqui! Dá-lhe almoço de dia das mães para retribuir, e a dívida ainda continua impagável!
Consegui um estágio na cozinha do hotel Lausanne Palace, na Suíça, graças a uma amiga da minha mãe. Foi uma experiência maravilhosa, mas também difícil. Cheguei lá apenas sabendo falar o básico de francês, crente que num hotel 5 estrelas muita gente falaria inglês. Que nada, quase ninguém... Me sentia um pouco desenturmada até que descobri um americano, estagiário de garçom, tão perdido quanto eu. Não tive dúvidas, me aproximei e fizemos amizade. Sentávamos juntos nas refeições, saíamos e nos ajudávamos sempre que possível no trabalho. Achava estranho o fato do americano não fazer faculdade de hotelaria, não trabalhar na área e nem pretender trabalhar. O que será que ele fazia naquele lugar como aprendiz de garçom??? Eu tinha muita curiosidade, mas tentava ser discreta e não fazia muitas perguntas pessoais.
Já de volta ao Brasil, remexi nos papéis guardados, achei o que ele me dera e olhei o verso. Lá tinham frases cortadas de um relatório de visita a um restaurante, com descrições detalhadas do ambiente, de como a pessoa foi atendida e do que comeu. Eu tirei minhas conclusões: Dan era um espião americano a serviço do seu tio para lhe relatar como estava o hotel, o atendimento, a comida e o desempenho das equipes de trabalho. Para corroborar minha tese, algum tempo depois soube que foram feitas várias mudanças no hotel e que algumas pessoas foram despedidas... Ainda bem que fui discreta... só contava uma ou outra estória engraçada... ih, será que entreguei alguém?
To be able to spend some time at the beach, cooking and eating fresh seafood is a blessing. And luckily that was what I did last weekend. Arriving at the beach we stopped at the fishermen stands and bought the food provisions for the next days. That only is already a fun thing to do. There were so many options: squid, octopus, fishes, crabs, clams, mussels, shrimps and so on. My dog was exited too and when I got distracted I founded her liking the fish tails that were hanging out of the iced recipients, so she had to wait in the car. But it wasn’t for long, I knew what I wanted: sea bass, one of my favorite fishes, octopus, clams and very big shrimps. For the first meal I was doing something light: grilled shrimp with fresh herbs, ginger and oyster sauce to be served with a salad. What I love about seafood is that you can make a meal that is very tasteful, light and healthy at the same time. But some people aren’t so thrilled about some kinds of seafood, like shrimp, as they worry about its fat and cholesterol contents. So I decided to do some research and show you the facts before writing down my delicious shrimp recipe…
Easter is coming and all I can think is chocolate! I don’t care about the shape, I don’t need a chocolate egg or rabbit; I prefer a simple bar of fine plain chocolate. I know I can have it anytime, but never I feel so much desire for it as I do at this time of the year. First of all I’m an addict and then there’s too much information all over the place, that isn’t fare. Thank God I refined my palate and don’t go crazy on any chocolate I see. Although I sometimes eat some generic stuff and find pleasure and satisfaction in doing it. But sampling some of the best products in the world is a totally different experience. It’s about opening up your senses, discovering new subtle tastes, letting your imagination wander with flavors and go to places like Madagascar, Ecuador and Caribbean and having your whole body feeling amazed by the result of the dedication of people who strive for perfection.
Desde pequena tenho obsessão por bomba ou éclair em francês. Em qualquer doceria que me levavam pela primeira vez, a bomba era o que eu queria experimentar. Ou se eu estivesse só de passagem e visse o doce em alguma vitrine por pior que fosse o aspecto eu implorava para comprá-lo. Quase sempre achava horrível e ainda assim esse era um dos meus doces favoritos. Apesar de minha decepção constante, acho que eu continuava tentando porque eu estava em busca do ideal de bomba que existia na minha imaginação. A obsessão depois ficou encubada e esquecida até que fui para Paris. Sem nem me dar conta, logo no segundo dia eu estava buscando a melhor bomba da cidade. Não foi difícil, muitas pessoas apontavam para o mesmo lugar... A Maison du Chocolat! Finalmente achei a bomba que mais se aproxima da perfeição! Eu sei, eu moro em SP e preciso de um fornecedor interno, por isso fiz minha pesquisa, que foi bem mais prazerosa que as da minha infância e mais, posso afirmar que a nossa campeã, a da Douce France, não deixa nada a desejar. Ela tem uma massa levemente crocante por fora e macia por dentro, que literalmente derrete na boca; um recheio muito cremoso, doce na medida certa e com gosto acentuado de chocolate; e um glacê crocante que acrescenta mais textura ao doce. Em segundo lugar ficou a da Cristallo, também muito boa, com recheio gostoso e cremoso, porém um pouco mais doce e com sabor menos acentuado de chocolate; uma massa um pouquinho mais mole e um glacê ótimo. A do Le Vin vem em terceiro lugar, apesar do recheio e glacê serem bons, pois sua massa é um pouco seca. A pesquisa vale também para a bomba de creme que acabei experimentando junto...! Para quem gosta de variar, também recomendo a bomba sabor Baileys exclusiva da Cristallo.
Na cozinha asiática é muito importante que cada prato tenha uma grande complexidade de texturas, formas, cores e sabores. Por exemplo, na culinária vietnamita o principal e mais característico molho, o Nuoc Mam, explora todos os sabores que conhecemos. Isso mesmo, todos, inclusive o quinto! E isso com a simples utilização dos ingredientes: limão, alho, pimenta, sal, açúcar e molho de peixe. E é neste último que encontramos o umami.
Aprendi na aula de gastronomia espanhola e portuguesa, com Ricardo Maranhão e Josimar Melo, que Garum era um tipo de molho de peixe muito popular na Roma antiga. Feito de vísceras de peixe, misturadas ao sal e deixadas para fermentar por períodos de 2 a 9 meses, o condimento se tornou uma alternativa preferencial ao sal e começou a aparecer em quase todas as receitas de Roma entre os séculos 7 e 8 AC. Era considerado afrodisíaco pelos romanos e usualmente consumido pelas classes superiores da sociedade. Apesar de muito apreciado em Roma, o Garum veio da Grécia. Ganhou seu nome da palavra grega Garos (ou Garon) que era usado para denominar o peixe cujas vísceras eram usadas originalmente na produção do condimento. Seu sucesso era tão grande que passou a ser produzido em larga escala nas primeiras fábricas da época.
This week I had guests from abroad and decided to serve them a Brazilian dish called “farofa”. A lot of Brazilian dishes are inherited from the colonizers (the Portuguese) and from the African slaves. We also have an international cuisine that came with the immigrants (from Italy, Japan, Germany, etc). But I’m found of foods that are ultimately Brazilian and have indigenous ingredients, like our “farofa”! I’m very curious about the indigenous culture and care about its preservation. Maybe there’s something genetic about it, since I’m probably related to the famous Villas Boas brothers. 
One more post about soup and I’m done. It’s enough, I know, but this last one is important so the soup trilogy will be completed.
The world is full of delicious soups, here are some information about eleven of them:
I bought a box of chocolate cereal and it didn’t taste good; I wanted chocolate but instead I got fibers. Sometimes I miss being in the US for the multiple choices, in this case of cereals! When it comes to breakfast cereals I can relate to Jerry Seinfeld; I love them and care for diversity! I enjoyed going to the market to find shelves packed with all kinds of cereals... One day I could go healthy with honey, dried fruits and fibers; other times I could go indulgently with loads of sugar, chocolate, marshmallow … and nuts with so many options! (Check out this list of breakfast cereals!) But here in Brazil, besides not having many choices, now they’re screwing up with the few cereal boxes we have. I read that the current trend is to make cereal healthier by reducing the amount of sugar and adding whole grains. Thanks a lot cereal killers! I know it was first invented so people could have a healthier first meal but they started adding sugar, chocolate, other flavorings and cereal became also a treat we love. Now they can’t take that away from us! Check out the history of breakfast cereal and see how things evolved…
Com a competição cada vez mais acirrada em todos os aspectos de nossas vidas, parece que não podemos nos dar ao luxo de cometer erros... Admiti-los, então, virou uma raridade. Eu não gosto de errar, não! Quem gosta? Porém, com a maturidade, nós pobres errantes, eventualmente acabamos nos tornando mais sábios e filosóficos... Percebemos que errar é inevitável e que quando um erro acontece sempre podemos aprender uma lição ou até mesmo criar algo novo. A culinária tem ótimos exemplos de erros que acontecerem para o bem não só de quem os cometeu, como da humanidade!
Skewers or "brochettes" in French and "espetinhos" in Portuguese always look good and are fun to eat. You can make them with vegetables, meet, chicken, seafood, hard cheese and fruits to be served as hors d’ouvre, appetizer, entrée, side dish or dessert. Everybody likes them and I even have seen kids eat and enjoy vegetables when they are presented like that. Another pro is that they are always easy to do. The important thing is to get the seasonings right when marinating before grilling and have a good sauce to serve the food with. For a complete meal on skewers I’d start with grilled broccolis, cauliflower, mushrooms and hard cheese, served with this sauce:
Apesar de eu achar essa palavra pouco charmosa e a aparência dessa comida meio esquisita, eu adoro seu sabor! Em Nova York fui ao restaurante Rosa Mexicano especialmente para comer seu famoso guacamole. Veredicto: imperdível! Gostei tanto que fiquei com seu sabor na minha cabeça e um desejo incontrolável de prová-lo de novo. Claro que fui atrás de receitas e acabei aprendendo umas coisinhas a mais.